COMO ENTRAR NO CHAT..
...SEM SAIR 'CHAT-ADO' !

-Trechos do livro e entrevista-

Por João Claudio (Jonnes)

"As mais poderosas lábias já desenvolvidas até hoje para os chats de Internet no que se trata da arte de conquistar usando o teclado e um modem."

"Este livro destina-se a ser um guia para quem quer achar sua cara-metade nos chats da Internet. Além de guia, pode ser considerado um livro de piadas, já que teremos comentários francos e inusitados sobre diversos assuntos que envolvem este delicado tema, e também comentários de histórias reais vividas por mim, o humilde escritor, em encontros e desencontros que a net me proporcionou. (...)

(...)Tenho entrado nas salas de Chat do Terra e do Uol desde 2000, tendo desde então uma série de encontros e desencontros amorosos que resultaram na idéia de escrever este livro.(...)

(...)Este livro é altamente recomendado para pessoas tímidas ou com pouca vida social, e que usam da Internet para se relacionar e conhecer gente nova. Este livro é destinado para pessoas de todas as idades, inclusive mulheres, já que teremos dicas femininas em todos os capítulos. (...)


ÍNDICE

POR CAPÍTULOS


Cap 1: A escolha da sala de chat
Cap 2: A escolha do Nick
Cap 3: Como usar o vocabulário
Cap 4: Acessórios que ajudam
Cap 5: Mitos da internet
Cap 6: Do chat para o encontro
Cap 7: O primeiro encontro

POR CASOS
Caso numero 1: A gordinha Zepellin
Caso numero 2: A encantadora evangélica
Caso número 3: A viuvona
Caso numero 4 : Madrugada é mais barato
Caso número 5: Voz gorda, mas que avião
Caso número 6: A mendiga
Caso número 7: A voz ajudou
Caso número 8: Seios grandes e cara amarrada
Caso número 9: O acidente
Caso número 10: O seio

>>>>>>ACOMPANHE A SEGUIR TRECHOS DO LIVRO:<<<<<<



CASO NÚMERO 1: A GORDINHA 'ZEPELLIN DE DUAS PERNAS'

(...) Cheguei ao prédio, entrei na sala, e perguntei, cheio de coragem : 'quem é a fulana de tal?'. Lá no fundo alguém respondeu 'sou eu!'. Mas o que era aquilo minha gente!(...)

CAPÍTULO 5: MITOS DA INTERNET
VOZ ENGANA
LOIRA DOS OLHOS VERDES
NÃO EXISTE MULHER BONITA NA INTERNET?


CASO NÚMERO 6: A MENDIGA

"Esta é clássica. De longe, o meu pior encontro de todos os tempos. Veja o porquê.(...)



CAPÍTULO 6: DO CHAT PARA O ENCONTRO

Agora é que vem a magia deste livro(...)Como se conectados à Matrix, você vai desplugar esta pessoa do bate-papo do computador e trazê-la para o 'mundo real'. Não é emocionante? Na divisória entre o chat - encontro real está o... telefone(...)

CASO NÚMERO 8: SEIOS GRANDES E CARA AMARRADA
(...)"Eu viro e falo 'quer dar o braço?' ela 'não, obrigada'. Ela senta à mesa e pede um copo de refri. Eu , todo romântico, me ofereço para pegar um canudinho e dividir com ela. Ela me olha torto e diz"(...)

CASO NÚMERO 10: O SEIO
(...)Puxa , que garota tímida! - pensei. Era porque não sabia o que viria a seguir! Após mostrar a casa, sentamos no sofá. Como ela parecia tensa, conversei normalmente a fim de acalmá-la. Estávamos sozinhos na sala, quando, de repente, algo bizarro acontece(...)


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ENTRE EM CONTATO COM O AUTOR:

JONNESBH@HOTMAIL.COM
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ENTREVISTA COM O AUTOR

Oi, aqui é o autor falando. acho que após ler o livro 'como entrar no chat sem sair chat-ado'
podem ter ficado algumas dúvidas no ar. como não quero mais mexer no livro, resolvi criar
esta entrevista com mais comentários, curiosidades e bastidores sobre ele. os jornalistas que
conheço se recusariam a entrevistar um zé-ninguém como eu, o único que me entrevistaria (de graça) seria o jornalista José Claudio, do Jornal Hoje em Dia, mas ele é meu pai, e muito coruja, então nao ia dar certo. Resolvi então escolher a mim mesmo para entrevistar!
Portanto, para o entrevistador usaremos a sigla 'AFP'(autor faz pergunta) e para o entrevistado usaremos a sigla 'ARDSD'(Autor Responde Dois Segundos Depois). acompanhe a seguir:


AFP - Boa noite, Jonnes. É um prazer tê-lo nos nossos estúdios. como surgiu a idéia de fazer este livro?
ARDSD - O prazer é todo meu! Sempre que eu chegava de um encontro mal-sucedido eu falava 'vou escrever um livro sobre isso', e todos riam da minha cara. depois de 5 anos acumulando
experiências, pensei 'por que não?'. então sentei no computador e comecei a redigir.

AFP - É verdade que você escreveu o livro todo em uma só noite?
ARDSD - Quase isso. fui para o computador às 10:30 da noite, e só saí de lá as 2:30 da manhã com o livro pronto. uma semana depois, fui dar uma revisada e lembrei de 2 estórias que nao poderiam ficar de fora. estas estórias são 'a viuvona' e 'o seio', que encerra o livro. também aumentei uma ou duas partes, uma palavrinha aqui, outra ali, e finalmente ficou pronto.

AFP - As estórias contadas no livro são mesmo reais ou você fantasiou um pouco?
ARDSD - São integralmente reais. Não precisei inventar nada, pelo contrário, tive que tirar
alguns detalhes de algumas das estórias para elas não parecerem abobrinha. mesmo assim, ficaram inacreditáveis.

AFP - Conte-nos algo do livro que ficou de fora, algum outro caso de encontro inusitado?
ARDSD - Ha, vários micos... já viajei para Sete Lagoas para encontrar uma menina, fiquei 5 minutos e fui mandado embora, já paguei 10 reais de cinema para uma menina que nao tinha
nada a ver, levei alguns bolos, já quebrei copo durante a conversa. mas com certeza, as melhores estórias estão narradas detalhadamente no livro!

AFP - Qual parte do livro te deu mais prazer para redigir?
ARDSD - A primeira estória, sobre 'a gorda zeppelin de duas pernas' e a última, 'o seio'. foi hilário relembrar. eu gosto muito de rir das minhas enrascadas. mas só dias depois, porque no dia, de fato, foi deprimente.

AFP - No livro você cita muitas marcas registradas, como Tera, Uol, MSN, entre outros. Recebeu algum 'jabá' para estas propagandas?
ARDSD - Quem me dera! eu tive que escrever estes nomes, para deixar o leitor bem orientado.
gosto de deixar tudo bem às claras. Se o site 'Terra' vier a patrocinar o livro, sem dúvida eu
tiro o site 'Uol' e vice versa. Não acho que prejudicará o livro.

AFP - Das 10 estórias contadas no livro, todas tem um final ruim. ou voce nao gostou da menina,
ou ela não gostou de você. conte-nos uma pequena estória que teve final feliz!

ARDSD - Fácil. Conheci (hoje minha amiga) Débora nas salas de bate-papo, marcamos um econtro no shopping Cidade e deu tudo certo. nao tinha visto foto antes, nem eu dela nem ela visto a minha, mas nos gostamos muito. Ela era alta, magra, olhos verdes, sorriso bonito, muito inteligente, educada e carinhosa. Nos perdemos e reencontramos muitas vezes no período de 1 ano e meio. depois de todo este tempo, ficou um carinho muito grande entre nós, ainda nos falamos por telefone. é uma boa amiga, mas chegamos à conclusão que não daria certo um namoro. torço muito por ela!

AFP - No livro você menciona várias vezes sua preferência por olhos verdes. Esta preferência
é real, ou foi só uma jogada de marketing?
ARDSD - Foi real. desde pequeno sou atraído por olhos claros. sejam azuis ou verdes. sejam loiras ou morenas. Atualmente, tenho aprendido que toda mulher tem o seu valor. interior e exterior. Não há uma sequer que não possam ser encontrados ao menos 5 qualidades físicas e
5 qualidades na conversa. Cada mulher tem a sua própria frequência de emitir luz, descobri então que cabe a mim ajustar meus refletores para assimilar e ver o que e bom para mim.

AFP - Você se inspirou em alguém para escrever este livro?
ARDSD - Depois do livro pronto eu descobri que ele estava aos moldes de uma peça de teatro
muito famosa, se chama 'Como sobreviver em festas e recepções com buffet escaço', do comediante Carlos Nunes, quem tive o prazer de conhecer pessoalmente na academia do meu bairro. Se este livro fosse virar peça teatral, com certeza adoraria que ele interpretasse as situações. Isto são planos para o futuro, não devo comentar mais a respeito!

AFP - Quais são seus ídolos humorísticos? Atores de teatro, cinema, programas de tv?
ARDSD - No teatro, meu amigo Carlos Nunes. A voz dele é engraçada, as caretas, e seus textos também são de muito bom gosto, e divinamente bem interpretados. eu vou a todas as suas peças, até mais de uma vez . e levo a família junto! Tenho visto pouca televisão ultimamente, mas destacaria o programa pânico e o repórter vesgo. Na música, Mamonas Assassinas, ídolos da infância. Eles eram geniais. Internacionalmente falando, sou fã do ator Jim Carey e seus filmes, sendo de comédia ou de drama. Um detalhe interessante é que acho mais graça da comédia feita no dia-a-dia, no inuistado do cotidiano, do que um filme, com roteiro, efeitos especiais e tudo mais.
Foi assim que aprendi a fazer humor.


AFP - Quando você descobriu que tinha uma veia cômica e como começou o seu trabalho?
ARDSD - Quando pequeno, nao lembro a idade, eu entrei com meu pai num bar lotado de gente.
olhei na vitrine, vi uns cajuzinhos e falei: 'cajuzinho rima com cuzinho!' Todos riram, e eu
fiquei sem saber o porquê. em 96, quando arrumei um computador, comecei a redigir por conta própria um jornalzinho da minha sala de aula, fazendo piada com festas, alunos, professores e
freiras (era o Colégio Nossa Senhora do Monte Calvário, ao qual devo muito). O nome era 'Folhetim Cabeção'. Depois, quando passei para jornalismo na Newton Paiva, o jornal virou 'Página Um', ou 'P.UM', como apelidaream. Mais tarde, na Uni-BH, curso de Educação Física, o jornal virou 'Inú-til', uma paródia com o nome 'UNI' escrito ao contrário. Fora estas publicações, fui redator humorístico do extinto site 'Papagames'. Como dava trabalho! Mas fazia com muito prazer. Era o 'emprego dos sonhos'. a equipe era ótima, o ambiente muito propício para a criação, com muita união, amizade e descontração. Devo muito ao 'Papagames' por grande aprendizado humano.

AFP - Para finalizar.. quais são seus planos para o futuro? pretende investir na carreira
de escritor?

ARDSD - Sim. pretendo continuar meu curso de jornalismo e desenvolver outros projetos em paralelo. além de lançar este meu primeiro livro, quero 'recauchutar' um outro que escrevi em 1999, escrever mais capítulos e atualizar. Desta vez não será uma comédia, e sim um livro todo com diálogos em rima onde os personagens expressam várias filosofias que tenho em minha mente sobre a vida em geral. Amizade, Amor, casamento, maternidade, trabalho, igreja, e por aí vai.
Este teve influência nas obras de Shakespeare, admiro muito seu trabalho.
meu lema na vida é 'sempre A-mor e Hu-mor acima de tudo'. Espero ter boa aceitação do público com minha obra dramática. mas meu lado cômico é predominante.

envie suas perguntas para o autor para o e-mail : jonnesbh@hotmail.com